Archivo mensual: marzo 2016

Consulting street children worldwide starts in Rio de Janeiro with Street Child Games and Wanderlino Nogueira-United Nations Committee

Street Child Congress - Rio 18 marco 2016

There are four weeks left to send in a written submission to the UN Committee on the General Comment on children in street situations.

Once finished, the General Comment will be a key piece of international guidance explaining how the UN Convention on the Rights of the Child applies to street-connected children. It is vital that its content reflects the reality of their daily lives.

Please send in your submissions to the Secretariat in Geneva by 12 April 2016!

Today 18.03.2016 Rio de Janeiro, Brazil, working with São Martinho for the ‪‎streetchild consultations and the Street Child Games.

These consultations will help inform the UN Committee on the Rights of the Child’s General Comment on children in street situations. This will ensure that street-connected children’s voices are heard and their needs and experiences are accurately reflected in the General Comment.

For the first time street children across the world have a unique chance to make their voices heard and influence governments.

Street children from over 25 countries are taking the lead in seven pioneering consultation events and their views will be reflected in the forthcoming UN Committee on the Rights of the Child’s General Comment on Children in Street Situations.

Once published this guidance will help governments provide better support and services tailored to the needs of street children.

Consultations (including regional & multi-country events) organised by CSC, Baker & McKenzie and local partners are taking place in: Brazil (with partners Street Child United andMerck), India (Plan India and Cargill), Belgium (Dynamo International and Salesforce), Mexico (REDIM andRegeneron), the Democratic Republic of Congo, Ghana and Zimbabwe (all organised by Streetinvest) in March and April 2016. Children will be consulted on the questions contained in the official call for submissions published by the UN Committee.

In the past, many national programmes and plans to address street children’s rights have failed because they have not taken account of or responded to children’s needs. Including street children’s views in the guidance will help to ensure that governments’ responses to these children reflect their real lives and experiences.

Street-connected children – who may live or work on the street, or simply spend much of their time in public spaces – experience severe and ongoing violations of their rights. They are constantly exposed to violence from adults, the police and other street children. They experience extreme stigma and discrimination, and are often unable to access food, clean water, shelter, healthcare and basic services.

Perceived as a hard-to-reach group, street children are too often ignored by society and made invisible in policy agendas. This pioneering event will make the voices of this often resilient and resourceful group of young people heard at the highest level.

The guidance, which is being developed by the UN’s highest authority on children’s rights, will lay out governments’ obligations under the UN Convention on the Rights of the Child – the key piece of international law on children’s rights, which has been accepted by all countries in the world except the USA.

 Cristiano Morsolin and 74 experts of all the world writers the Open Letter to United Nations

All materials:

http://www.ifejant.org.pe/documentos%20portada/morso.pdf

Post scriptum

Wanderlino Nogueira Neto – UN Commitee declares:

“ Fui asignado para este evento por el Comité en Ginebra para acompañar como participante/observador de esta consultación en Rio de Janeiro en caracter extraordinario debidamente reconocido por el Gobierno Brasileño a través de su Ministerio de Relaciones Extranjeras”.

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Morsolin Cristiano and Wanderlino Nogueira Neto

Parlamento europeu reclama justiça por violações contra direitos na América Latina, matéria de Morsolin por Adital

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Morsolin Cristiano e Mep Lola Sanchez no Parlamento Europeo

O assassinato da líder indígena Berta Cáceres, ocorrido no oeste de Honduras, causou comoção nacional e internacional. Uma avalanche de reações expressando repúdio não se fez esperar. Também o grupo Esquerda Unitária Europeia (Gue-Ngl) expressou sua indignação no Parlamento Europeu, uma voz forte da esquerda que acompanha a luta por justiça dos povos latino-americanos, assim como na Europa.

Marie-Christine Vergiat, eurodeputada do grupo Esquerda Unitária Europeia – Front de Gauche (FR) -, coordenadora da área de Direitos Humanos, e Lola Sanchez Caldentey, eurodeputada do grupo Esquerda Unitária Europeia – Podemos (ES) -, coordenadora da Área de Cooperação para o Desenvolvimento, difundiram um comunicado no qual destacam que “tomamos conhecimento, com enorme tristeza, consternação e indignação, do covarde assassinato de Berta Cáceres, líder indígena de Honduras, defensora do meio ambiente, dos povos indígenas e da democracia. Berta foi assassinada na madrugada do dia 03 de março, em sua casa, por um dos esquadrões da morte que operam livremente em Honduras, desde o golpe de Estado de 2009. Um golpe ao qual ela se opôs, com muito valor”.

“Berta, como suas companheiras e companheiros próximos, que foram vítimas de assassinato, antes dela, sabia que essa luta desigual contra as multinacionais e os investidores locais e internacionais lhe podia custar a vida. Nem por isso, deixou de lutar um só dia. Em abril de 2015, Berta recebeu o Prêmio Goldman Environmental Prize, por sua luta contra a represa de Água Zarca”, assinalaram as eurodeputadas.

“Denunciamos a cumplicidade das autoridades da União Europeia e dos Estados Unidos com o Golpe de Estado de 2009, assim como as violações aos direitos humanos e o recrudescimento do saque das riquezas naturais por parte de investidores e multinacionais que [o golpe] vem acarretando. Queremos que a União Europeia revise sua atuação a respeito de Honduras e defenda os valores da democracia e respeito aos direitos humanos, de acordo com as convenções internacionais de Direitos Humanos das Nações Unidas, e de acordo com seus próprios textos fundadores. Apoiamos a luta do povo de Honduras por soberania, liberdades, direitos humanos e meio ambiente”, acrescentaram.

Hoje, para as deputadas europeias, a luta de Berta é mais atual do que nunca. “Seu assassinato constitui uma terrível perda e não pode ser deixado impune. Devemos intensificar a luta e assegurarmos que o trabalho de Berta terá continuidade” (6). Este comunicado foi entregue durante um protesto diante da embaixada de Honduras na União Europeia, no último dia 04 de março, com o eurodeputado Xabier Benito Ziluaga (Podemos), que falou com representantes da Embaixada, com uma representante da CIFCA, da INTAL, de ALTERSUMMIT, da Anistia Internacional e do Comité pour les Droits Humains “Daniel Gillard”.

A MATERIAL COMPLETA:

http://www.adital.com.br/site/noticia_imp.asp?lang=PT&img=S&cod=88395

 

 

 

 

Parlamento Europeo reclama justicia por violaciones de derechos en Latinoamérica, articulo de Morsolin para ADITAL

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Morsolin y la Europarlamentaria Lola Sanchez (Podemos – Gue Ngl) en el Parlamento Europeo de Bruselas

El asesinato de la líder indígena en el occidente de Honduras Berta Cácerescausó conmoción nacional e internacional. Una avalancha de reacciones expresando repudio no se hizo esperar.

También el grupo Izquierda Unitaria Europea (Gue-Ngl) ha expresado su indignación en el Parlamento Europeo, una voz fuerte de izquierda que acompaña la lucha por la justicia de los pueblos en Latinoamérica como en Europa.

Marie-Christine Vergiat, eurodiputada del grupo de la Izquierda Unitaria Europea- Front de Gauche (FR) -, Coordinadora del área de Derechos humanos, y Lola Sanchez Caldentey, eurodiputada del Grupo de la Izquierda Unitaria Europea – Podemos (ES) -, Coordinadora del área de Cooperación al desarrollo, han difundido un comunicado donde destacan que “hemos aprendido con enorme tristeza, consternación e indignación el cobarde asesinato de Berta Cáceres, líder indígena de Honduras, defensora del medio ambiente, de los pueblos indígenas y de la democracia”.

CONTINÚA A LEER:

http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=ES&cod=88395

Morsolin intervista accademico argentino Atilio Boron che commenta il terzo anno di mandato del Papa Francesco

Atilio boron a seminario Marx 10 marzo 2016

Intervisto Atilio Boron, docente dell’Universita’ UBA di Buenos Aires e gia’ segretario generale CLACSO durante il IX Seminario Internazionale “Marx Vive” organizzato dalla Universita’ Nazionale della Colombia. In merito al terzo anniversario dell’entrata di Papa Francesco, Boron mi commenta:

“Che il Papa dica che il capitalismo è un sistema esaurito, che non è più sopportabile, che gli aggiusti vengono fatti sempre sulle spalle dei poveri che non esiste il travaso della ricchezza dalla coppa dei ricchi, che distrugge la casa comune e condanna la Madre Terra, che i monopoli sono una disgrazia, che il capitale e il denaro sono “lo sterco del diavolo”, che si deve vigilare sul futuro della Patria Grande e stare in guardia contro le vecchie e le nuove forme di colonialismo, fra tante altre affermazioni, ha effetti politici obbiettivamente di sinistra che sono di un’importanza straordinaria. Certo, tutto questo lo avevano già detto Fidel, il Che, Camilo, Evo, Correa, Chávez e tanti altri nella teologia della liberazione e nel pensiero critico della Nostra America. Ma i loro criteri venivano sempre guardati con sospetto e tutto l’industria culturale del capitalismo ci si scagliava contro per burlarsi delle loro certezze, qualificandoli come prodotti di un anacronistico radicalismo del diciannovesimo secolo.

I tecnocrati al servizio del capitale e i “benpensanti” postmoderni dicevano che quei nostalgici non capivano che i tempi del Manifesto Comunista erano finiti, che la rivoluzione era una pericolosa illusione senza futuro e che il capitalismo aveva vinto senza appello. Ma adesso succede che chi lo mette radicalmente in questione, con un linguaggio semplice e chiaro, è Francesco e allora questo discorso acquista un’improvvisa e inedita legittimità e il suo impatto sulla coscienza popolare è incomparabilmente superiore. Con le sue parole, per la prima volta in molto tempo, si è aperto uno spazio enorme per avanzare nella costruzione di un discorso anticapitalista con radici nelle masse, una cosa che fino ad ora era stata un’impresa destinata ad essere neutralizzata dall’ideologia dominante che diffondeva l’idea che il capitalismo era l’unica forma sensata –e possibile!- di organizzazione economica e sociale. Adesso non più”.

Morsolin entrevista el sociólogo y sacerdote belga François Houtart: “Es maravilloso el encuentro de Papa Francisco en la tumba de Monseñor Samuel Ruiz en San Cristobal de las Casas. Que Papa Francisco abra tantos nuevos espacios”

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Foto: Houtart y Morsolin

He participado en la conferencia magistral del sociólogo y sacerdote belga François Houtart – entre los máximos expertos a nivel mundial de teología de la liberación, de sociología de la religión, de paradigmas emancipatorios y políticas progresistas; tiene 91 años y transmite mucha profecía. Me comenta: “El nuevo paradigma plantea como opción fundamental una dinámica social equilibrada entre personas, géneros y grupos sociales, en armonía con la naturaleza, para asegurar la vida y asegurar su reproducción. Se trata de vivir bien, de cumplir con el bien común de la humanidad, lo que implica como primer paso el respeto a la integridad de la naturaleza, como fuente de vida (la Madre Tierra). Su construcción y sus aplicaciones en los fundamentos de la vida colectiva es un proceso (…) Es una tarea de todos que une pensamiento y experiencias concretas”.

François Houtart me subraya: “Es maravilloso el encuentro de Papa Francisco en la tumba de Monseñor Samuel Ruiz en San Cristobal de las Casas. Que Papa Francisco abra tantos nuevos espacios a la teología de la liberación”…

Pronto voy a publicar la entrevista exclusiva con François Houtart.

Em Chiapas, Papa reconhece povos indígenas como sujeitos da Teologia da Libertação, matéria de Cristiano Morsolin – ADITAL

Papa chiapas2

Na histórica catedral de San Cristóbal de Las Casas, o Papa Francisco visitou, no último dia 15 de fevereiro, o túmulo de Samuel Ruiz (1924-2011), o bispo mais polêmico da Igreja no México, que defendeu os indígenas e foi mediador com a guerrilha zapatista de Chiapas. “Tatic” (nosso pai), como o chamavam os indígenas, foi perseguido por governantes e caciques e, inclusive, criticado por seus próprios pares por sua proximidade com a Teologia da Libertação, e por ser defensor e voz dos indígenas oprimidos.

Alguns analistas se perguntam: “Não se dará conta o Papa que vai semear confusão com esse gesto? Não se dará conta que se pode reativar a Teologia da Liberação?”. Se Francisco se ajoelhou em frente ao túmulo de Don Samuel significa que o Papa simpatiza com o marxismo?.

O Papa Francisco fez da sua presença uma ampla reivindicação dos povos indígenas, de quem, disse, temos muito o que aprender. Também chamou a pedir-lhes perdão, e, ao final da missa, em San Cristóbal de Chiapas, na qual entregou um decreto pelo qual ficam formalmente autorizadas as cerimônias litúrgicas em línguas indígenas. Com isto, e sua posterior homenagem em silêncio ao Tatic Samuel Ruiz García, ante o seu túmulo na catedral, a igreja autóctone e a Teologia Indígena receberam do Vaticano o reconhecimento que por anos lhes foi negado, comenta Bernardo Barranco, no jornal La Jornada (1).

Toda a matéria completa:

http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=PT&prevlang=ES&cat=115&cod=88167