MEXICO: Lançada Comissão Internacional sobre o caso do menino mexicano morto por uma bala de borracha da polícia

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Este mês novembro marca um momento muito importante para a infância no mundo, pois que se comemora o 25º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança. No entanto, apesar dos avanços normativos e dos esforços dos diferentes governos, hoje, está muito longe a plena satisfação e respeito aos seus direitos, como demonstra o caso do México.

A Rede pelos Direitos da Infância no México (Redim) assessorará juridicamente Elia Tamayo, mãe do menino José Luis Tehuatlie, que morreu após receber um tiro de bala de borracha, lançado pela polícia estadual, quando reprimia uma manifestação no município de San Bernardino Chalchihuapan, em Puebla.

Juan Martín Pérez, diretor executivo da Redim, informou que o agrupamento estudará o expediente judicial do caso ocorrido no último dia 09 de julho. Acrescentou que buscará se reunir com o novo titular da Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), Luis González Pérez, para discutir o tema e determinar se é necessário algum pronunciamento adicional ao que fez o anterior ombudsman, Raúl Plascencia Villanueva.

Em uma conferência – a propósito dos resultados do Sexto Congresso Mundial pelos Direitos da Infância e Adolescência –, recordou no último dia 18 de novembro que Elia Tamayo tem três demandas para exigir justiça após a morte do seu filho: a reparação do dano, que inclui punir os funcionários locais responsáveis; uma indenização econômica e uma desculpa pública do governo de Rafael Moreno Valle. Pérez assegurou que, para a mãe do menor falecido, a detenção de alguns policiais municipais não representa o acesso à justiça.

“Nós confiamos e temos a expectativa de que o Governo de Puebla possa reconsiderar a forma como tem abordado esse assunto”, assegurou. A propósito do tema, o diretor executivo da Redim acusou que, durante o VI Congreso Mundial pelos Direitos da Infância e Adolescência – realizado na semana passada em Puebla –, o governo estadual mostrou uma atitude de censura e de ações de intimidação para com Elia Tamayo e os membros da Rede.

“Não estava previsto que a senhora participasse do Congresso, mas, quando ela se apresentou, decidimos dar um foro, já que ademais tinha contemplada uma reunião com o Comitê Internacional para expor o caso do assassinato de seu filho. Entretanto, foi proibido dar voz a ela no evento, argumentando que não estava previsto e além disso nos deram um tratamento que pensamos ter sido muito desproporcional e desnecessário, pois nos colocaram vigilância todo o tempo”, disse ao jornal Proceso .

TODA A MATERIA NA AGENCIA ADITAL:

http://www.adital.com.br/site/noticia_imp.asp?lang=PT&img=S&cod=83412

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