Belo Monte Mega-Dam in the European Parliament: The Amazon up for grabs?

Belo Monte is a controversial mega-dam complex on the “big bend” of the Xingu river, a tributary of the Amazon. Like other mega-projects, it is claimed that such large scale development will improve living conditions for local people, in line with the Brazilian government’s slogan “development starts with energy”. But who benefits? And who pays the bill?

Brazil’s polemic Belo Monte Dam faced fresh protests in Europe this week marked by a Brussels conference where EU Green Party Parliamentarians and diverse dam opponents sparred with leading Brazilian government officials. Protest activities then shifted to Paris where today’s (15.11.2013) street demonstrations and public events led by Amazonian activist, Antonia Melo, denounce French and other European corporate interests backing Brazil’s Amazon dam-building boom. Convened by EU Green Party leaders Ulrike Lunacek of Austria and Eva Joly and Catherine Grèze of France after their fact-finding trip to the Brazilian Amazon in July, yesterday’s parliamentary conference (14.11.2013) entitled “Belo Monte Mega-Dam: The Amazon up for grabs?” elicited special attention from the office of Brazil’s President Dilma Rousseff, whose Ambassador Vera Barrouin Machado exerted diplomatic pressure to demand the last-minute inclusion of top energy planner Mauricio Tolmasquim in the program, after having ignored earlier invitations. The Brazilian delegation also included João Pimentel, Director of Institutional Relations at Belo Monte’s Norte Energia consortium currently building the dam on the Amazon’s Xingu River.

Para quem não pôde assistir ontem (14.11.2013) a Conferência sobre Belo Monte, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, já está disponível a gravação, também pelo link:

http://greenmediabox.eu/archive/2013/11/14/belo-monte-mega-dam/

BRASIL: Deputadas europeias criticam construção da hidrelétrica de Belo Monte
AUTOR: Cristiano Morsolin*

Os ecos da controversa construção da hidrelétrica de Belo Monte fizeram com que três deputadas do Partido Verde de países europeus viessem ao Brasil conhecer de perto a usina e trocar impressões com autoridades do Executivo, do Ministério Público Federal, do Judiciário e movimentos sociais, principalmente de Altamira, no agosto do 2013.

A comitiva das deputadas da Eurocâmara, Ulrike Lunacek (austríaca), Catherine Greze e Eva Joly (francesas) têm como objetivo reunir dados e informações sobre a construção da barragem de Belo Monte e trocar opiniões com autoridades locais, comunidades que serão afetadas pela hidrelétrica e pesquisadores, para levar os resultados das discussões ao Parlamento Europeu.

O grupo dos Verdes/ALE (Greens-Efa) existe desde 1989 e é considerado o quarto maior grupo dentro do Parlamento Europeu, com 58 membros de 15 países da União Europeia. Seus principais objetivos são a construção de uma sociedade que respeite os direitos humanos fundamentais e da justiça ambiental; o aprofundamento da democracia, a descentralização e a participação direta da sociedade na decisão de assuntos de seus interesses, dentre outras metas que podem ser encontradas na página do bloque (1).

“Como ambientalistas estamos preocupadas com a situação dos índios e moradores de Altamira”, afirmou Ulrike Lunacek.

Desde o início do projeto de Belo Monte, a Bancada dos Verdes no Parlamento Europeu acompanha a controvérsia sobre a barragem. “O tamanho, o custo e os efeitos projetados convidam a refletir sobre o modelo energético que queremos para preservar a terra para o futuro”, diz Ulrike Lunacek.

Segundo Eva Joly, da bancada verde da França, apesar da obra ser construída em Vitória do Xingu, sudoeste do Pará, a Europa está interessada em conhecer mais sobre o assunto. “A Amazônia está no território brasileiro, mas a sua função não é só para o Brasil”. A parlamentar ressalta, porém, que o país tem autonomia para decidir sobre suas soluções energéticas.“Não viemos dizer o que o Brasil tem que fazer”, completou. Eva Joly também destacou que a comissão, composta também por Ulrike Lunacek, da Áustria, e Catherine Greze, da França, está voltada para entender as intervenções ambientais e impactos na vida das comunidades que estão sendo afetadas pela obra.
“Nós estamos olhando para as pessoas que lutam por direitos humanos e queremos conscientizar a opinião pública na Europa. A usina não é uma tecnologia deste século. Haverá a remoção de milhares de metros cúbicos da floresta e isso é um tremendo impacto. Há possibilidades poderosas de uso da energia solar e da energia eólica. Achamos esse projeto danoso e o mundo está olhando para o Brasil”, disse Eva Joly.
Outra dúvida das parlamentares em relação à usina é sobre a destinação da energia que será gerada. Elas afirmaram que há contratos com mineradoras instaladas no estado para a produção de alumínio a baixo custo, que será revendido a preço caro ao mercado internacional. “Há fome no mundo inteiro por isso”, completou Joly.

SEE ALL NEWS:

http://www.adital.com.br/site/noticia_imp.asp?lang=PT&img=S&cod=76783

http://ecoeacao2012.blogspot.com/2013/08/deputadas-europeias-criticam-construcao.html

http://bit.ly/1clH06V

http://www.ecodebate.com.br/2013/08/05/deputadas-europeias-criticam-construcao-da-hidreletrica-de-belo-monte/

http://www.plurale.com.br/noticias-ler.php?cod_noticia=12942&origem=busca&filtro=ativar&q=Deputadas+europeias+criticam+constru%E7%E3o+da+hidrel%E9trica+de+Belo+Monte

http://www.greens-efa.eu/belo-monte-mega-dam-10580.html

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